Só um assunto de força maior me faria dar vida novamente a este antro, agora feito um zombie apocalíptico (ou será que agora se escreve zumbi apocalítico?) e, pelos vistos, é chegado finalmente o dia em que me armo em Dr. Frankenstein e venho aqui novamente partilhar as minhas preocupações com o Mundo.
Preocupações essas que me vem corroendo a alma e apoquentando o espírito já há alguns meses, mas já lá vamos. A capacidade de falar sem dizer nenhum pelos vistos ainda me assiste, mantendo-me aberta, lá no fundo, a esperança de um dia enveredar por uma carreira política e ajudar a acabar de afundar este país, continente, o que houver para afundar por aí.
Seguindo adiante, que já oiço por aí dizer que a Troika me quer cortar nos caracteres, o que me apoquente está justamente relacionado com a problemática do desemprego crescente. Desta vez não falo de números em geral mas de um ilustre em particular. Aliás, uma ilustre: a Leopoldina.
É certo que ainda não saiu nenhum comunicado da CMVM a dar conta da rescisão do contrato com o Continente, mas nesta altura já ninguém duvida que ela se encontra no mínimo a treinar à parte e a rescisão parece mesmo eminente. Mas vamos por partes.
As preocupações começaram a surgir na mente dos mais atentos quando Continente e Modelo passaram a estar debaixo da mesma insígnia. Era provável que uma das mascotes viesse a saltar fora ou então estariam condenadas a um dueto. Ora, a Popota já largou o emprego de Verão no Marquês e voltou ao ecrã sem a Leopoldina. Já lá vão uns dias e ainda não há sinal da passarona amarela (quando se falava no Poupas e no passarão amarelo isto soava bem melhor...). Começo a ficar mesmo preocupado.
No meio disto tudo, começo a pensar que isto é uma vingança do Continente contra o governo e a Troika. Devem ter a Leopoldina refém algures como vingança contra os cortes no subsídio de Natal: "ai cortam os subsídios para nos lixar o negócio no Natal? Então esperem lá que ides levar com a Popota a guinchar até voltarem atrás com isso."
Entretanto, a Leopoldina desespera. No fundo de uma masmorra ou num centro de emprego? Poupas, salva-a!
Preocupações essas que me vem corroendo a alma e apoquentando o espírito já há alguns meses, mas já lá vamos. A capacidade de falar sem dizer nenhum pelos vistos ainda me assiste, mantendo-me aberta, lá no fundo, a esperança de um dia enveredar por uma carreira política e ajudar a acabar de afundar este país, continente, o que houver para afundar por aí.
Seguindo adiante, que já oiço por aí dizer que a Troika me quer cortar nos caracteres, o que me apoquente está justamente relacionado com a problemática do desemprego crescente. Desta vez não falo de números em geral mas de um ilustre em particular. Aliás, uma ilustre: a Leopoldina.
É certo que ainda não saiu nenhum comunicado da CMVM a dar conta da rescisão do contrato com o Continente, mas nesta altura já ninguém duvida que ela se encontra no mínimo a treinar à parte e a rescisão parece mesmo eminente. Mas vamos por partes.
As preocupações começaram a surgir na mente dos mais atentos quando Continente e Modelo passaram a estar debaixo da mesma insígnia. Era provável que uma das mascotes viesse a saltar fora ou então estariam condenadas a um dueto. Ora, a Popota já largou o emprego de Verão no Marquês e voltou ao ecrã sem a Leopoldina. Já lá vão uns dias e ainda não há sinal da passarona amarela (quando se falava no Poupas e no passarão amarelo isto soava bem melhor...). Começo a ficar mesmo preocupado.
No meio disto tudo, começo a pensar que isto é uma vingança do Continente contra o governo e a Troika. Devem ter a Leopoldina refém algures como vingança contra os cortes no subsídio de Natal: "ai cortam os subsídios para nos lixar o negócio no Natal? Então esperem lá que ides levar com a Popota a guinchar até voltarem atrás com isso."
Entretanto, a Leopoldina desespera. No fundo de uma masmorra ou num centro de emprego? Poupas, salva-a!